Se o seu trabalho expõe você a agentes que fazem mal à saúde, como ruído, calor, produtos químicos ou agentes biológicos, ou a riscos como eletricidade e inflamáveis, você pode ter direito a um adicional no salário, com reflexos em outros direitos. O Dr. João Pedro Franco analisa o seu caso direto pelo WhatsApp, sem juridiquês.
Os dois adicionais têm regras diferentes e não se somam: quando existem os dois, vale o mais vantajoso para você.
Para quem trabalha exposto a agentes nocivos acima dos limites da norma, como ruído, calor, produtos químicos e agentes biológicos. Vale 10%, 20% ou 40%, conforme o grau, calculado em regra sobre o salário mínimo.
Para quem trabalha com inflamáveis, como GLP e combustíveis, explosivos, energia elétrica, radiações ionizantes, segurança patrimonial ou motocicleta, entre outras atividades de risco. Vale 30% do salário-base.
Não basta a empresa entregar o equipamento de proteção: ele precisa eliminar o risco de verdade e ser usado corretamente. Na periculosidade, o equipamento não afasta o adicional.
Pago com frequência, o adicional também aumenta outros direitos, como férias + 1/3, 13º, FGTS e horas extras.
Estes são alguns exemplos. Toque no que mais se parece com o seu caso, ou em “outra situação”, para falar com um advogado trabalhista pelo WhatsApp.
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